7 maneiras de ganhar dinheiro como nômade digital

Hoje em dia, é cada vez mais comum encontrar profissionais que escolheram ganhar dinheiro como nômade digital. Inclusive nos coworkings, há muita gente adepta desse estilo de vida. As opções são numerosas e atraentes.

Além de conhecer novas culturas e culturas, é possível ter muita liberdade e flexibilidade em relação às atividades executadas no dia a dia. Apesar disso, muita gente não começa por medo, falta de confiança ou por não se sentir preparado.

Sim, ninguém nunca está 100% preparado. Eu mesmo comecei a me tornar um nômade digital meio que por acaso. Comprei uma viagem de ida para o Nordeste, meus recursos começaram a acabar e passei a trabalhar a distância.

Se você quer se juntar à crescente tribo desse setor e ganhar dinheiro como nômade digital, aqui estão 7 dicas para você começar o quanto antes.

1. Use a economia compartilhada

Se você tem um carro ou um apartamento, por exemplo, você pode integrá-los à economia compartilhada e faturar com isso. Plataformas como Uber e Airbnb, por exemplo, pode complementar a renda ou até mesmo se tornar a principal fonte de ganho. Mesmo que você esteja viajando, pode gerenciar uma locação a distância.

2. Seja revisor e editor de textos

A revisão e a edição de textos é um tipo de trabalho que pode ser feito em qualquer lugar do mundo, contanto que você tenha um notebook e acesso à internet. Como editor ou revisor de texto, você revisará materiais escritos e verificará questões como ortografia, gramática e legibilidade.

No Brasil, há plataformas como a Rock Content, onde você pode se tornar um freelancer e se desenvolver como um profissional da área.

3. Ofereça serviços de tradutor

Caso você seja bom em línguas, pode fornecer serviços nessa área para algumas empresas e ganhar dinheiro como nômade digital. Além de faturar um bom dinheiro, é uma oportunidade perfeita para aprimorar suas habilidades linguísticas.

Você pode traduzir documentos escritos, gravações de áudio e vídeos. Você também pode trabalhar para uma ou várias agências que demandam esse tipo de trabalho.

4. Atue em programa de afiliados

O programa de afiliados consiste em promover produtos ou serviços de terceiros e você ganha uma comissão toda vez que um visitante clica em um link de afiliado e compra um produto. No entanto, para ganhar dinheiro, é muito interessante ter um site ou blog com tráfego. No Brasil, existem plataformas como a Hotmart, que disponibilizam diversos produtos e serviços que você pode comercializar como um afiliado.

5. Venda seus conhecimentos na internet

Você pode ganhar dinheiro como nômade digital vendendo seus conhecimentos nas mais diversas áreas, como marketing digital, desenvolvimento web, direito, medicina e muito mais. Tudo o que você precisa é de um notebook com acesso à internet.

Você pode atuar de forma estratégica, identificando como seu conhecimento resolve um determinado problema. Assim, pode promover produtos como e-books e cursos, a fim de comercializar seus conhecimentos.

6. Seja um gestor de mídias sociais

O trabalho de gestor de mídias sociais requer bastante tempo online e pode ser feito de qualquer lugar do mundo, desde que você tenha um notebook e acesso à internet. Caso você já tenha muita familiaridade com as redes sociais, você pode começar a oferecer serviços nessa área para os seus clientes.

Você precisará, por exemplo, desenvolver uma estratégia para criar, organizar e gerenciar todo conteúdo publicado em canais de mídias sociais, além de desenvolver estratégias de marketing.

7. Atue como um assistente virtual

Assistentes virtuais têm muitas demandas e os trabalhos podem ser feitos de praticamente qualquer lugar do mundo, tendo algumas limitações, como a questão do fuso horário, que pode afetar seu desempenho. Um assistente virtual executa atividades em várias áreas, mas a base do seu trabalho é administrativa.

Entre as habilidades de um profissional desse setor, podemos destacar relatórios de despesas, marcação de reuniões, pesquisas gerais e outras tarefas administrativas.

E aí, o que achou dessas maneiras de ganhar dinheiro como nômade digital? Essas são apenas das profissões que você pode atuar a distância, mas existem muitas outras. Espero que esse texto possa lhe inspirar para encontrar uma atividade que gera uma renda extra ou até se estabeleça como sua atividade principal.

comoconseguirumanjoinvestidor

Como conseguir um investidor anjo?

Muitos empreendedores têm dificuldade de encontrar um Investidor Anjo no Brasil ou até mesmo entender o momento de buscar investimento. O que, resumidamente, o empreendedor precisa saber é que ele deve se preparar muito antes de procurar um investimento.

O ideal é apresentar sua ideia quando ela estiver, pelo menos, em estágio de validação ou pronta para se manter e crescer. Mas uma coisa é certa, o melhor momento para buscar investimento-anjo é quando você não precisa dele, isso porque não é somente dinheiro que conta nesta relação. Além disso, uma boa equipe de founders e de desenvolvimento do projeto é fator fundamental para essa escolha: investidores-anjo investem em pessoas e não somente em negócios.

Pois bem, preparei 5 dicas para te ajudar na busca pelo Investidor Anjo para seu projeto.


1) O que o investidor pergunta para o empreendedor?

Qual a oportunidade?
Qual é o problema que seu projeto irá resolver?
Qual a inovação? Quais são suas diferenças em relação ao que já existe?
Qual é a solução? Como seu negócio irá atender a esta necessidade?
Qual é o mercado? Qual é o perfil dos clientes?
Quais recursos? Quanto precisa de dinheiro, em quanto tempo e para quê? Além de dinheiro, do que mais precisará?
Qual a receita estimada? Qual, como, em quanto tempo e de onde vêm o ganho e a monetização?
Quem são os players de mercado? Quem são os principais concorrentes diretos e indiretos?
Quais as hipóteses testadas? Quais as barreiras de entrada?
Qual o estágio do projeto? Inicial, protótipo, pronto, faturando?
Qual o time? Descreva um pequeno histórico de cada sócio, principais atividades e participações no negócio.

2) Como fazer um Pitch?

A receita para um bom pitch para investidor passa preferencialmente por essa ordem de slides: Exposição do problema, a solução, mercado, concorrentes, modelo de negócio, demonstração, equipe, expectativas, investimento e um grand finale/Encantamento.

3) Como conseguir Investimento-Anjo?

Não existe receita de bolo, mas dependendo do estágio do seu projeto existem alguns caminhos para encontrar este “patrocinador”, dependendo da situação de quem me pergunta. Alguns exemplos:

• Se é apenas uma ideia na cabeça, procure por conhecidos e parentes, eles poderão ser seus anjos e/ou participe de eventos como o Startup Weekend;
• Se é um projeto validado mas ainda em desenvolvimento, procure prioritariamente por um empresário que tenha afinidade ou interesse no segmento do seu negócio (ele pode se transformar em um anjo) e/ou submeta seu projeto a uma aceleradora.
• Se é um projeto já pronto e que precisa de tração, venda seu serviço ou produto no mercado (os clientes serão seus investidores); Participe de eventos e demonstre o que você faz; Submeta à avaliação de anjos experientes para ter um “padrinho” ou quem sabe um Deal Leader, para uma captação de investimento; Faça a captação em uma Plataforma de Equity Crowdfunding;
• Se é um projeto que tem escala, tração, está faturando e que precisa internacionalizar, procure um investidor sênior que possa te ajudar a fazer a ponte com rodadas maiores de investimento. Tenha em mente que investidores bem-sucedidos e qualificados têm TESES DE INVESTIMENTO definidas e/ou publicadas que filtram negócios e oportunidades e você deve primeiro verificar se o seu negócio se encaixa no que o investidor procura;
• Dependendo do valor de sua startup no estágio mais avançado, procure diretamente um investimento seed ou Venture Capital.

4) Quanto tempo demora?

O processo para entrada de um investidor-anjo no seu negócio pode demorar 3 meses ou mais, que dura entre o interesse do investidor até a assinatura dos termos e o início dos aportes. Se você tem pressa, pode assustar o investidor, pois este tipo de investimento requer tempo para estabelecer uma relação de parceria e confiança mútua, ou pode simplesmente fazer ou falar ou conceder coisas de que possa se arrepender depois.

5) Qual as coisas importantes que o empreendedor tem que se preocupar?

• Procure primeiro por um mentor para receber orientação. Esse mentor pode fazer o aporte de experiência e conexões com investidores no mercado;
• Tenha um propósito definido, se possível até uma causa;
• A oportunidade se abre para quem se abre para ela. Apareça nos eventos certos;
• Mantenha uma interação frequente com investidores não somente para pedir dinheiro. Se torne um seguidor, antes de qualquer coisa;
• A melhor hora de buscar um investidor é quando você não precisa imediatamente ou desesperadamente do dinheiro dele. Isso assusta! Neste caso, procure um outro tipo de financiamento ou banco;
• Demonstre seu track record em negócios anteriores ou que seu negócio atual está maduro o suficiente para provar que vai dar certo;
• Não fale demais, mantenha o “Semancol” em ótimo nível;
• O investidor não entrará somente com o dinheiro, ele certamente vai participar das decisões e rumos do negócio – ofereça um assento no Conselho;
• Valorize seu time, ninguém é tão bom ao ponto de fazer tudo sozinho;
• Procurar por outros aportes além do dinheiro – aportes de experiência, conexões e mentoria;
• Um investidor-anjo não investe em um ponto, mas sim em vários pontos – investe em uma barra de progresso na linha do tempo de um negócio;
• Seja humilde e muito cuidado com a arrogância do sabe tudo.

A dica final que eu deixo é que investimento é uma relação de longo prazo e envolve riscos para ambas as partes, portanto, quanto mais ajustada e combinada, melhor.

dicasprodutividade_aluguelsalascomerciais_aluguelescritóriobh_salasdereuniãobh_salasdetreinamentobh

5 dicas simples para melhorar seu ambiente de trabalho

Não é apenas em prol da produtividade: a qualidade de seu ambiente de trabalho tem reflexo direto na sua qualidade de vida. Afinal, mesmo que você seja seu próprio chefe, boa parte do seu dia costuma ser investida em atividades produtivas, e com sorte, lucrativas. Assim, não é à toa que mais e mais empresas se destaquem por seus investimentos em ambientes que favoreçam o bem estar de seus funcionários.

No caso de quem trabalha por conta própria, seja em casa ou num escritório compartilhado, a preocupação não muda. Um ambiente descuidado, mal iluminado, bagunçado ou desconfortável impacta diretamente no seu humor e produtividade. A falta de estrutura também. Cada vez que você precisa parar para pensar sobre onde arranjar papel, borracha, clipes, ou como fazer para configurar outra vez a impressora, não apenas aqueles minutos são perdidos, mas toda a concentração muitas vezes conquistada a duras penas.

A artista plástica Marianne Zasso, que dá dicas de decoração no blog PicNic de ideias e trabalha com remodelagem de ambientes, fala também da importância do toque pessoal:
“Não importa se seu ambiente de trabalho é um escritório tradicional, um canto na sua casa ou uma mesa num coworking. Investir na montagem de um espaço que seja ao mesmo tempo funcional e afetivo contribui para a produtividade e para o bem estar. Não precisa usar a parede como diário de recordações, mas uma foto de quem você ama vai te ajudar a sorrir cada vez que o trabalho ficar difícil.”

Investir no conforto, segurança e bem estar impacta nos lucros e na felicidade. Então que tal parar, olhar em volta e refletir sobre seu espaço de trabalho? Siga nosso check list e melhore seu espaço!

Organização
Sua mesa reflete suas funções? Os equipamentos disponíveis atendem suas necessidades? Todos os papéis e canetas e objetos que estão sobre ela estão realmente sendo usados? As faxinas na mesa devem ser periódicas, se possível diárias. Você vai descobrir que ela funciona bastante como uma extensão da sua mente. E é bem mais fácil pensar com a mente limpa e organizada, não?

Iluminação
Você sabia que uma iluminação inadequada no ambiente de trabalho pode prejudicar até o seu humor? Segundo os especialistas, apesar de luz insuficiente não causar danos permanentes à visão, afeta diretamente os olhos quanto ao cansaço, irritação e até lacrimejamento. Mas luz demais também não serve: os olhos acabam ficando ressecados. Vale para a luz do ambiente e também a emitida pela tela do computador.

Limpeza
Limpeza é saúde e também cartão de visitas. Mesmo que você trabalhe sozinho, sua mesa passa a impressão de como você organiza o próprio trabalho. Então, não custa lembrar: diminuir ao máximo a quantidade de objetos desnecessários, eliminar o lixo, limpar tela, mouse e teclado regularmente, e de preferência, nunca comer em frente ao computador!

Ergonomia
Se você ainda não conhece essa palavra, aproveite nosso convite: a ergonomia trata das posturas adequadas na relação homem-máquina, no sentido físico mesmo. A altura correta da cadeira, da mesa, a posição dos braços e cabeça em relação ao seu computador são fundamentais não só para garantir produtividade, mas também para evitar problemas futuros, como lesões por esforço repetitivo e doenças nas articulações e ossos.

Seu toque pessoal
Há quem discorde, pelo potencial de distração que itens “decorativos” podem trazer, mas para quem trabalha longe de casa, uma foto da família ou do pet, um objeto que remeta a seu hobby ou paixões, ou mesmo uma plantinha, podem levantar seu astral em momentos de estresse ou desânimo. A combinação de elementos pessoais e profissionais também simboliza o interesse em equacionar as duas esferas da vida. Basta não abusar.

Escrito por Gabriel Galli no blog Coworking Brasil.

amigosnotrabalho_alugueldesalasbh_coworkingbh_salascomerciaisbh_saladereuniãobh_salaprivativabh_saladetreinamentobh

Amigos no trabalho: Por que é tão importante tê-los e como isso impacta no sucesso da sua empresa

Sabe aquela hora em que você olha ao redor e não vê ninguém para contar a novidade que acabou de pintar em seu e-mail? A sala está cheia, até mesmo um ambiente compartilhado de trabalho, mas ninguém interage. Daí, bate aquela sensação de “cadê todo mundo?” Seja bem-vindo ao momento no qual o valor da amizade volta a fazer todo o sentido.

Mesmo que a gente já saiba que as plataformas online, ao possibilitar novos tipos de relação interpessoal mudaram o mundo, trocar ideia com alguém próximo e poder contar com uma ajuda profissional quando a gente mais precisa, faz toda a diferença.

Tempos líquidos, corações moles.
Só para buscar uma referência mais embasada, vamos lembrar que o filósofo polonês Zygmunt Bauman desenvolveu um trabalho monstruoso sobre sua teoria líquida, aplicando o conceito básico a diversos campos da vida. Seus argumentos se concentram no fato de que os tempos pós-modernos e, sobretudo, o mundo interconectado, promoveu uma demolição de todo tipo de instituição estabelecida. Pode incluir na lista o seu País, a sua família, a sua identidade de gênero e, claro, as instituições religiosas. Todas teriam caído por terra.

Neste cenário, caberia ao ser humano, colher aqui e ali migalhas do que sobrou destas instituições e montar a sua própria. E usar e abusar da troca de modelos. Daí, o termo líquido. No lugar de alicerces firmes em relações sociais, seríamos fluídos, indefinidos, fugazes.

Bom, isso em tese. Porque quando a gente tenta ascender profissionalmente, um dos elementos mais importantes – muitas vezes mais importante do que sua competência – é saber criar e manter as suas amizades.

O poder do networking, cada vez mais forte
Então, se você “super-se-identificou” com a teoria do velhinho polonês, saiba que, lá no fundo, algumas coisas ainda estão com os dois pés firmes na terra, como o caso da necessidade de se estabelecer um bom networking profissional, ou, em português mais claro, ter amizades sólidas faz toda a diferença para o seu futuro. E para um presente mais tranquilo e harmonioso também.

Só para citar um exemplo básico: lembra da teoria (hoje estou cheio das teorias) dos “seis graus de separação”? Já foi até nome de série, claro que lembra. Mas, vamos lá: ela diz que qualquer ser humano no planeta terra está apenas seis conexões distante de qualquer outra pessoa.

Ela nasceu a partir da pesquisa do sociólogo americano Stanley Milgram, que tem uma cinebiografia bem interessante. Em 1967 ele propôs a voluntários uma missão curiosa: fazer chegar uma carta a um destinatário específico, apenas passando a correspondência através de seus conhecidos. Daí, concluiu que a carta levava em média cinco pessoas até chegar ao alvo. A pesquisa foi desmentida e retestada tanto pela Microsoft quanto pelo Facebook, que alega ter baixado esta distância – agora de forma virtual -, para 3,5 graus. A polêmica completa você pode ler neste post recente do site Gizmodo

Para dar um exemplo mais palpável, deixa eu citar dois exemplos. Eu conheço um técnico do ministério de fazenda, que conhece seu chefe, que conhece o presidente do país, que conhece o Obama. Logo, estou a quatro pessoas do Obama, captou? Mais um exemplo: eu conheço pelo menos um cara do marketing do Facebook, que conhece o chefe dele, que conhece o Mark. Logo, estou mais perto de Zuckerberg do que Obama. Yay!

Então, compreenda: estamos cada vez mais próximos uns dos outros e, trabalhar estes graus de proximidade de forma positiva, pró-ativa e empática ajuda DEMAIS, sublinhe o demais, em sua vida nos escritórios deste mundão. Quer saber o porquê? Na verdade tem vários.

Amigos = time = cultura da empresa
O primeiro deles, pensando aqui como gestor de equipes, é que um time formado por amigos, produz mais rápido! Quando as pessoas estão alinhadas, têm intimidade e abertura para apontar erros e chances de melhorar, adivinhe? O time melhora! Não é magia, nem tecnologia, é empatia!

Com o tempo e desafios vencidos, outra coisa acontece em times que tenham laços de amizade: eles começam a dar forma a uma cultura interna. Sabe aquela “cultura da empresa” no desenvolvimento da qual muitas marcas investem orçamentos consideráveis? A amizade ajuda a construir bem mais rápido. É claro que não estou praticando a leviandade de dizer que ela será a única responsável, mas ajuda!

E, claro, mesmo nas tretas, a amizade circulante tem sua função. Amigos não são aqueles que concordam com tudo e, sim, estão dispostos a ouvir e respeitar a opinião alheia, lembra? Logo, mesmo quando ocorrer, os problemas tendem a ser resolvidos de forma mais amena.

Sabe um tipo de problema que vai diminuir bastante em ambientes saudáveis? A sua taxa de retenção de talentos pode aumentar! A turma hoje (Millenials e Geração Z) precisa ter PROPÓSITO para continuar trabalhando. Remuneração e status há muito deixaram de ser o objetivo, sabe? Logo, onde tem amigos, fica mais fácil encontrar o que se procura!

Bom, tudo muito bem, tudo muito certo. Mas, como focar em desenvolver essa tal “amizade verdaderia” nos ambientes de trabalho. Calma, estou aqui de amigão! Preparei algumas dicas para você!


Dicas para construir amizades verdadeiras no seu local de trabalho

Estar disponível é, sem dúvida, o primeiro grande passo para estabelecer amizades em seu ambiente de trabalho. Todos temos as nossas tarefas e prazos, mas, há quanto tempo você não vira para o lado se posiciona de forma inteira e presente para o outro? Não só fingir interesse, mas realmente estar ali de plena presença à disposição e com vontade de ajudar?

Saber ouvir é um ponto importante também. No início do ano fiz um workshop sobre storytelling (que, aliás, indico) no qual o professor dizia que a principal barreira para você se tornar um bom entrevistador é saber ouvir. Você sabe ouvir? Ficar quieto mesmo e absorver todas as dúvidas do outro, já tentou? Acredite, não cair na tentação de ter uma opinião sobre tudo é bem mais difícil do que parece! E é um passo importante para estabelecer uma amizade sólida.

Que tal procurar pontos em comum ao mesmo tempo em que valoriza as diferenças? Principalmente quando a gente é muito novo, tem a ilusão de que boas amizades só funcionarão dentro da mesma tribo, na qual todos pensam igual, se vestem igual, sentem e se apaixonam pelo mesmo tipo de pessoa e até gostam dos mesmo filmes. Mas, com o tempo, você percebe que manter amizades com grupos diferentes tem seu valor. Você aprende a ver a vida sob o olhar do outro, você soma experiências no lugar de repetir a mesma receita de bolo e, em resumo, ganha tempo aprendendo!

Respeite os limites se quiser ter os seus. Parece até “conselho de vó”, mas é por aí mesmo. A gente fala muito de politicamente correto, de limites, de “me respeite, rapá”. Mas, quantas vezes você parou para analisar os seus atos e comportamentos em relação à óptica do outro? Será que aquela piada que você contou não ultrapassou os limites que você mesmo não queria que fossem invadidos em sua vida?

E se você fica tenso na hora de fazer novas amizades, não sabe se vai agradar ou não…relaxe. A gente é social mesmo. Digo o ser humano como um todo e o brasileiro em particular. Lembre-se que, salvo algumas exceções, a pessoa ao seu lado está muito provavelmente doida para te conhecer. Então, vá em frente!

Escrito por Mauro Amaral para o blog Coworking Brasil.

ser-responsavel-por-projeto_coworkingbh_saladereuniãobh_saladetreinamentobh_espaçocompartilhadobh

Como saber se está na hora de você abrir sua própria empresa?

Quem faz parte dessa geração inquieta, que nem sempre sabe exatamente o que quer, mas mesmo assim corre atrás para alcançar, sabe como é quando chega aquela coceirinha que nos faz questionar se estamos indo para a direção certa.

Nem sempre podemos resolver aquele problema de família, nem sempre sabemos as soluções perfeitas para um relacionamento amoroso, mas quando se fala de carreira somos nós que devemos estar no comando. Precisamos saber aonde estamos indo. E se você já passou da fase das inseguranças de início de carreira, em que tudo o que você queria era fortalecer seu currículo e fazer seu nome, talvez seja hora de dar um passo maior.

Mas como saber se está na hora de ter minha própria empresa? Sim, essa é uma pergunta sem fórmulas prontas para responder. Então vamos observar alguns sinais de que está na hora de mudar:

Tudo, ou quase tudo, te incomoda no seu emprego atual
Não adianta trocar de setor, de empresa e nem de área. A cada reunião você se desentende com seu chefe ou então engole tudo e volta pra casa decepcionado. Se a sensação de que tudo parece ser um empecilho para manter um relacionamento saudável com seu atual emprego é permanente, talvez seja hora de tentar compreender se o empecilho não é você. Será que não é você, lá no seu subconsciente, que decidiu que seu trabalho não é mais bom o suficiente? Será que você não está se boicotando para que você tome logo coragem para seguir com um negócio próprio?

Você não aceita ser minimizado

Veja bem, ninguém deve aceitar ser minimizado. Nunca! Nem quando você é estagiário nem quando você já é chefe do seu setor. O que queremos dizer aqui é que você não aceita mais viver na sombra de algum superior, que você não aceita mais ser “apenas” a opinião de um funcionário, que você muitas vezes sabe mais do que o seu chefe e mesmo assim não é ouvido. É natural que isso aconteça com o passar do tempo em uma empresa, principalmente se um ser inquieto vive dentro de você.

Você aprendeu a ser líder
Nem tudo na vida se nasce sabendo, nem vem enraizado na gente. Tem coisas que se aprende, com técnica, teoria e muito tropeço pelo caminho. E liderança também pode ser assim! Claro, quem tem aquele sentimento natural pode ter vantagens, mas ser um bom líder não é apenas achar que pode ser um bom líder. É preciso mostrar que pode, sem ser arrogante, e mostrar que tem conteúdo para o cargo, que você não chegou ali por acaso. Quando se tem uma empresa própria, mesmo que você fique com o cargo mais burocrático do mundo, tem horas que não há como fugir da liderança, então esteja pleno da sua autoridade.

Você não tem medo de arriscar
Aliás, você quer arriscar. Você quer sentir o frio na barriga de ser o responsável por um grande projeto. Você não vê a hora de ter seus próprios clientes, de ter que arcar com as consequências de qualquer erro que possa cometer (ou que seus funcionários possam cometer). Já pensou nesse lado também? Porque, principalmente no início, existem sempre mais contras do que prós, constantemente querendo que você desista do seu sonho de ser empreendedor.

Mas isso é parte do desafio, e você terá que aprender a conviver com isso.

Você domina o seu trabalho
Você já esgotou todo os cargos: júnior, assistente, pleno, sênior e todos os rótulos possíveis. Não há o que você não domine na sua área ou, pelo menos, que você tenha noção – porque também não dá para achar que você vai ser uma empresa de um só homem.

Às vezes é possível, mas nem sempre tem como dar conta de prestar o serviço que você oferece, fazer a administração da agenda, o atendimento aos clientes, a contabilidade e todas as burocracias do dia a dia. Domine o seu trabalho, esse é um ponto de partida importantíssimo. Depois você vai se armando de parceiros que possam auxiliar nas outras demandas que forem aparecendo.

Você tem um bom leque de contatos

Independente da sua área de trabalho, ter bons contatos e se relacionar bem com possíveis parceiros e clientes é essencial. Enquanto você não tem plena certeza se vai passar de empregado a empregador, certifique-se de que você tem uma agenda cheia de números de telefone e e-mails, mas não só isso, de que você realmente representa algo para cada um desses contatos. Seja relevante, seja alguém que as pessoas se lembrem e usem como referência. Assim, vai ficar bem mais fácil ser indicado para os outros quando você trabalhar por conta própria.

É claro que esses são apenas alguns dos sintomas que podem indicar que está na hora de ter a sua própria empresa. Se você sente os seis e mais alguns tantos, parabéns, você está no caminho certo!

E já que tudo indica a direção do empreendedorismo, o próximo passo é correr atrás do conhecimento necessário para começar um negócio próprio. Sabe como é, nessas horas, todas as dicas e conselhos de quem já vivenciou essa fase são extremamente bem-vindas.

Por isso, vamos dividir um pouco do conteúdo dos nossos colaboradores com você. Direito, contabilidade, marketing e outros tantos são os pontos que você precisa estar por dentro ao iniciar sua carreira solo. E já tem vários artigos sobre esses assuntos rolando na nossa Biblioteca para Empreendedores! É só clicar aqui que você vai poder adentrar esse mundo e começar a planejar sua tão importante decisão de empreender.

Ah, não custa também indicar o site do Sebrae, que pode ser o seu melhor amigo se você não faz ideia de por onde começar. Além das dicas, eles têm vários cursos e palestras que podem ajudar a clarear sua mente.

Escrito por Tuani Mallmann no blog Coworking Brasil.

oqueécoworkingbh

Afinal, o que é coworking?

Coworking é união de um grupo de pessoas que continuam trabalhando independentes umas das outras, mas compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de idéias, experiências e clientes.

A Comune é uma CASA, e não um prédio, que adotou o modelo coworking, porém com algumas particularidades. Aqui o ambiente é silencioso e organizado, possuímos várias empresas e profissionais trabalhando ao mesmo tempo mas você e seus clientes nem percebem a movimentação. A casa é grande e dividida por vários ambientes com objetivo de preservar essa tranquilidade em nosso espaço. Temos também um quintal com árvore e espaço para o convívio com pessoas de outras empresas, tudo ao ar livre e sem incomodar o trabalho de nossos coworkers e trazendo qualidade de vida aos profissionais que passam a maior parte do tempo trabalhando.

Você tem a opção de escolher por diversos serviços de um coworking, conforme o seu bolso e sua necessidade, veja algum deles:

– Sala privativa (mobiliada, climatizada e com todas as despesas inclusas);
– Sala de reunião para 9 pessoa com smart TV e ar condicionado;
– Sala de treinamento para 20 pessoas com data show, som e ar condicionado;
– Sala de atendimento (sala equipada para atendimentos individuais e reuniões menores;
– Pacotes de horas / turnos conforme a demanda (conforme demanda);
– Telefonia ilimitada e personaliza com sistema de siga-me (preço abaixo do mercado);
– Planos virtuais (endereço comercial / gerenciamento de correspondências)
– Estações de trabalho;
– Secretária compartilhada;
– Aceleradora de startups;

Ao alugar um espaço em nossa casa você tem acesso a cozinha equipada com micro-ondas e geladeira, recepção ampla, biblioteca, sala de reunião, treinamento, biblioteca, área externa e alguns benefícios Comune como descontos em academia, motoboy, gráfica e muito mais.

Quem procura a Comune?
Além dos profissionais que já possuem a cultura de procurarem por espaços compartilhados como as startups, designers, arquitetos, programadores, publicitários, jornalistas e etc, a Comune atrai empresas e profissionais que jamais imaginaram compartilhar um espaço como as imobiliárias, consultórios psicológicos, nutricionistas, pedagogos, advogados, cerimonialistas, coachs, empresas de intercambio, produtores de eventos, corretoras de seguros, agencia de modelos, professores de línguas e por ai vai. A Comune é uma comunidade que compartilha despesas e conecta pessoas, independente da área de atuação.

Se você procura um espaço econômico, aconchegante, tranquilo e no coração de Belo Horizonte para você ter a sua empresa, vale a pena você agendar uma visita e conhecer a CASA COMUNE!

Estamos na Av. do Contorno, 7213 – Bairro de Lourdes (próximo ao hotel Mercure e ao TRE).
Whatsapp: (31) 98040 2017 | 98861 2015
Fixo: (31) 3197 5000