7 maneiras de ganhar dinheiro como nômade digital

Hoje em dia, é cada vez mais comum encontrar profissionais que escolheram ganhar dinheiro como nômade digital. Inclusive nos coworkings, há muita gente adepta desse estilo de vida. As opções são numerosas e atraentes.

Além de conhecer novas culturas e culturas, é possível ter muita liberdade e flexibilidade em relação às atividades executadas no dia a dia. Apesar disso, muita gente não começa por medo, falta de confiança ou por não se sentir preparado.

Sim, ninguém nunca está 100% preparado. Eu mesmo comecei a me tornar um nômade digital meio que por acaso. Comprei uma viagem de ida para o Nordeste, meus recursos começaram a acabar e passei a trabalhar a distância.

Se você quer se juntar à crescente tribo desse setor e ganhar dinheiro como nômade digital, aqui estão 7 dicas para você começar o quanto antes.

1. Use a economia compartilhada

Se você tem um carro ou um apartamento, por exemplo, você pode integrá-los à economia compartilhada e faturar com isso. Plataformas como Uber e Airbnb, por exemplo, pode complementar a renda ou até mesmo se tornar a principal fonte de ganho. Mesmo que você esteja viajando, pode gerenciar uma locação a distância.

2. Seja revisor e editor de textos

A revisão e a edição de textos é um tipo de trabalho que pode ser feito em qualquer lugar do mundo, contanto que você tenha um notebook e acesso à internet. Como editor ou revisor de texto, você revisará materiais escritos e verificará questões como ortografia, gramática e legibilidade.

No Brasil, há plataformas como a Rock Content, onde você pode se tornar um freelancer e se desenvolver como um profissional da área.

3. Ofereça serviços de tradutor

Caso você seja bom em línguas, pode fornecer serviços nessa área para algumas empresas e ganhar dinheiro como nômade digital. Além de faturar um bom dinheiro, é uma oportunidade perfeita para aprimorar suas habilidades linguísticas.

Você pode traduzir documentos escritos, gravações de áudio e vídeos. Você também pode trabalhar para uma ou várias agências que demandam esse tipo de trabalho.

4. Atue em programa de afiliados

O programa de afiliados consiste em promover produtos ou serviços de terceiros e você ganha uma comissão toda vez que um visitante clica em um link de afiliado e compra um produto. No entanto, para ganhar dinheiro, é muito interessante ter um site ou blog com tráfego. No Brasil, existem plataformas como a Hotmart, que disponibilizam diversos produtos e serviços que você pode comercializar como um afiliado.

5. Venda seus conhecimentos na internet

Você pode ganhar dinheiro como nômade digital vendendo seus conhecimentos nas mais diversas áreas, como marketing digital, desenvolvimento web, direito, medicina e muito mais. Tudo o que você precisa é de um notebook com acesso à internet.

Você pode atuar de forma estratégica, identificando como seu conhecimento resolve um determinado problema. Assim, pode promover produtos como e-books e cursos, a fim de comercializar seus conhecimentos.

6. Seja um gestor de mídias sociais

O trabalho de gestor de mídias sociais requer bastante tempo online e pode ser feito de qualquer lugar do mundo, desde que você tenha um notebook e acesso à internet. Caso você já tenha muita familiaridade com as redes sociais, você pode começar a oferecer serviços nessa área para os seus clientes.

Você precisará, por exemplo, desenvolver uma estratégia para criar, organizar e gerenciar todo conteúdo publicado em canais de mídias sociais, além de desenvolver estratégias de marketing.

7. Atue como um assistente virtual

Assistentes virtuais têm muitas demandas e os trabalhos podem ser feitos de praticamente qualquer lugar do mundo, tendo algumas limitações, como a questão do fuso horário, que pode afetar seu desempenho. Um assistente virtual executa atividades em várias áreas, mas a base do seu trabalho é administrativa.

Entre as habilidades de um profissional desse setor, podemos destacar relatórios de despesas, marcação de reuniões, pesquisas gerais e outras tarefas administrativas.

E aí, o que achou dessas maneiras de ganhar dinheiro como nômade digital? Essas são apenas das profissões que você pode atuar a distância, mas existem muitas outras. Espero que esse texto possa lhe inspirar para encontrar uma atividade que gera uma renda extra ou até se estabeleça como sua atividade principal.

Uma reflexão sobre a zona de conforto

Muito tem se falado nos últimos tempos sobre a tal zona de conforto, e parece haver um desespero geral da geração mais jovem de entrar nesse lugar aparentemente tão obscuro e sem volta. Mas será mesmo que, obrigatoriamente, temos que estar sempre e constantemente saindo da nossa zona de conforto? Já começo o texto fazendo esse questionamento porque é exatamente essa a reflexão que quero fazer hoje.

Então que vou ir bem direto ao ponto: não é possível ficar o tempo todo saindo da zona de conforto. Você nunca parou para pensar que se realmente fizéssemos isso iríamos enlouquecer por nunca estarmos felizes e completamente satisfeitos?

Se analisarmos bem, mesmo saindo da zona de conforto A, o objetivo final é sempre chegar em uma zona de conforto B. Ou seja, por um tempo até curtimos a intensidade da zona de transição, mas essa zona de chama assim justamente porque ela precisa ter fim. Imagina só que agonia viver na sensação de que você está sempre buscando algo e que nunca consegue ficar satisfeito!

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Acho ótimo sempre estar renovando as metas e não se acomodar, claro, mas é preciso dar mais valor às pequenas vitórias do dia a dia e saber reconhecer que você pode ser feliz todos os dias e não somente quando descobrir uma nova fórmula que vai revolucionar o mundo.

 

 

 

Entendendo as diferenças entre zona de conforto e zona de acomodação

Acredite, é bem simples a diferença entre as duas zonas que podemos estar vivendo. A zona de conforto é, nada mais, do que uma fase que você não precisa estar freneticamente fazendo coisas novas e diferentes para estar satisfeito.

Já a zona de acomodação é quando você não está fazendo nada para mudar uma vida que já não te satisfaz mais. Um bom exemplo disso é quando não aguentamos mais aquele chefe incompreensível, que reclamamos para todo mundo, mas que nunca saímos de perto ou que sequer confrontamos.

A zona de conforto é uma fase que você não precisa estar freneticamente fazendo coisas novas e diferentes para estar satisfeito.

Em um momento que ainda pode ser visto como de crise econômica mundial, sei que não é fácil sair pedindo demissão de todo e qualquer trabalho simplesmente porque estamos insatisfeitos. Tem situações que são mais difíceis de melhorar, mas sempre tem como deixá-las menos piores.

E muitas vezes nos vemos em uma zona de acomodação porque sequer tentamos imaginar quais ações podemos colocar em prática para melhorar nossas vidas. Reclamar é um hábito desestimulante que mantemos sem nem perceber, então tente olhar para você e veja se não é possível mesmo mudar algumas das coisas que te incomodam tanto.

Porque a luta ferrenha contra a zona de conforto?

Vamos fazer uma analogia bem boba: se podemos usar um sapato confortável sempre, porque iremos usar todos os dias justamente aquele outro que nos aperta e incomoda? Ok, existem sapatos que de tanto insistirmos acabam tornando-se confortáveis mas, até isso acontecer, você vive com o pé machucado sem nem ter certeza de que o calçado vai mesmo ficar macio.

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A zona de conforto funciona de forma semelhante. Você pode sim ficar 15 anos trabalhando na mesma empresa se você percebe um constante crescimento e se isso te faz feliz. Mais uma vez repito: isso é conforto e não acomodação. Se tivermos que passar a vida toda sem seguir tendências de moda porque gostamos de usar o mesmo sapato velho e confortável, quem são os outros para nos obrigar a usar o calçado desconfortável só porque ele é mais cool?

Às vezes, estar fora da sua zona de conforto pode trazer também um sentimento de deslocamento e não de realização. Então, não sinta-se culpado por gostar do que você faz e se enxergar trabalhando na mesma empresa para o resto da vida se isso for o suficiente para você.

Se estar na zona de conforto significa ser feliz, então encare isso de frente e não se importe com esse que é apenas mais um rótulo que a sociedade criou.

Eu, por exemplo, trabalho em casa. Sim, o home office tem sido a minha zona de conforto, literalmente, porque é um sonho trabalhar de pijama e poder acordar mais tarde do que o restante das pessoas. Porém, ser freelancer me trouxe um frio na barriga de não saber se o dinheiro que vai entrar no fim do mês vai ser o suficiente, se vão entrar muitos ou poucos jobs e assim por diante.

Eu optei por continuar trabalhando em casa e, aos olhos de muitas pessoas, eu estou acomodada. Mas mal sabem elas que para que essa magia aconteça eu tenho que estar sempre correndo atrás de clientes e tive até que fazer um CNPJ, coisa que nunca havia me imaginado fazendo. Será mesmo que não saber qual vai ser o salário do mês é acomodação? Não seria bem mais fácil para mim estar trabalhando em qualquer lugar apenas para manter um carimbo na minha CTPS?

Se estar na zona de conforto significa ser feliz, então encare isso de frente e não se importe com esse que é apenas mais um rótulo que a sociedade criou.

Autoajuda é legal de vez em quando. Se te faz bem, leia dicas motivacionais sem hesitar. Porém, lembre-se que cada pessoa funciona de uma forma diferente, e que um dos maiores problemas da nossa geração que não larga as redes sociais é que a vida acaba sendo frustração atrás de frustração se deixarmos a vida perfeita – e fora da zona de conforto – dos outros nos contagiar.

Fonte: Coworking Brasil por Tuani Mallmann

Internet das coisas: entenda como ela influencia nosso cotidiano

Hoje em dia tudo é conectado de alguma forma à internet. Quando eu falo tudo, não pense que é exagero. A Internet das Coisas (Internet of Things (IoT), em inglês) pode parecer novidade, mas já está inserida na nossa vida há algum tempo. Pensando nessa conexão e em como isso pode influenciar rotinas e atividades diárias, vou explicar um pouco melhor o conceito e dar dicas de como usar a IoT a seu favor no dia a dia. O foco aqui não é falar sobre os aparelhos convencionais como celulares e computadores, mas sim sobre as novidades e o que está por vir.

Começando pelo conceito da Internet das Coisas

Basicamente o termo refere-se a objetos que têm acesso à internet para as mais variadas funções. Já pensou em ter uma geladeira que te avisa quando um alimento está acabando? Ou ainda que permite que você compre mantimentos por uma tela acoplada a ela? Essa tecnologia está aí e chegando cada vez mais perto de nós. Eletrodomésticos, automóveis e até mesmo roupas são apenas alguns dos objetos que podem estar conectados.

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A ideia da Internet das Coisas começou a ser formulada em 1991 com a popularização do acesso à web. Bill Joy, sócio de uma empresa norte-americana chamada Sun Microsystems foi o primeiro a sugerir a conexão de objetos à internet.

Mas foi em 1999 que Kevin Ashton, membro do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, criou o termo Internet of Things. Para ele essa tecnologia viria para revolucionar o mundo e permitir a economia de recursos naturais e energéticos, por exemplo.

Em 2009 Ashton publicou um artigo contando sua visão sobre essa revolução tecnológica e usando o termo Internet das Coisas. Foi assim que a expressão se popularizou e o tema passou a ser discutido e apreciado por muitas pessoas.

A Internet das Coisas no Brasil

Como sabemos, nosso país sempre está um pouco atrás do restante do mundo quando falamos em aplicação de tecnologias. Com a IoT não é diferente. Algumas empresas já oferecem serviços, produtos e soluções conectadas a objetos por aqui, como a Cisco, por exemplo. A organização tem especialistas que trabalham no desenvolvimento e uso dessa tecnologia para diversas empresas.

Em nosso país, os segmentos de segurança, entretenimento, agricultura e telefonia são alguns dos que já utilizam o recurso. Com câmeras de alta definição conectadas à rede e fornecendo imagens em tempo real via web é possível proteger muito mais. A realidade virtual ou aumentada em óculos conectados a smartphones e TVs já está disponível nas lojas.

O crescimento tende a ser lento, mas gradual e constante. Inclusive, já existe no Brasil um evento online para discutir o tema: o IoT Summit. Na edição deste ano, a primeira realizada e totalmente online, os especialistas do setor confirmaram essa tendência de crescimento tímido. A previsão é que em 2025 serão entre 100 e 200 milhões de objetos conectados no país.

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Principais objetos conectados e como usá-los a seu favor

Acredito muito que a tecnologia pode e deve ser usada para facilitar a nossa vida e até mesmo salvá-la. Por isso, resolvi colocar aqui alguns objetos conectados que podem fazer a diferença no nosso dia a dia e contribuir de alguma maneira para o nosso bem-estar. Dá uma conferida na lista.

1) Relógios ou smartwatches

Quando conectados podem ter infinitas utilidades além de mostrar as horas. Muitos, por exemplo, possuem dispositivos de emergência para idosos ou pessoas com doenças como epilepsia. O “alarme” do relógio pode ser acionado pela pessoa ao ter algum sintoma ou por estímulos recebidos pelo aparelho. Ao ser acionado o aparelho envia mensagens de “socorro” automaticamente para os familiares. Além disso, os smartwatches podem vir com aplicativos de música, contadores de passos, personal trainers virtuais, entre outras facilidades.

2) Câmeras

Tanto para a segurança patrimonial quanto para a pessoal, a conexão de câmeras com a internet e dispositivos tem sido uma das que mais crescem. Alguns exemplos:

– Manutenção de equipamentos: para quem trabalha consertando elevadores ou outros equipamentos industriais o uso de câmeras online é fundamental. Através da captação de imagens em tempo real e conexão dos aparelhos a um sistema de call center e vigilância online é possível auxiliar os funcionários no serviço de manutenção e até mesmo, em caso de emergência, enviar socorro imediato.

– Roubos: hoje já existem carros com uma tecnologia online e aplicada em câmeras que grava e reconhece o rosto dos proprietários. O escaneamento da face é automático, logo que o dono entra no veículo. Caso alguém roube o carro e o equipamento não reconheça seu rosto é enviada uma mensagem automaticamente para o celular do proprietário, através de um aplicativo, informando o ocorrido. Outros dispositivos ainda fazem com que o veículo não possa ser ligado nesses casos.

3) Óculos de realidade virtual

Esse tipo de equipamento conectado pode ser usado para ensino, lazer e até mesmo para terapias alternativas. Por ser super realista, o aparelho pode funcionar como um simulador, trazendo boas sensações ou diversão para quem o utiliza. Para ver filmes ou jogar, por exemplo, são ótimos!

Ainda existem versões dos smartglasses que têm o recurso de 360º permitindo uma experiência diferenciada do usuário com o ambiente virtual. No ensino, alguns médicos têm utilizado o recurso para estudar mais a fundo e em detalhes o corpo humano.

Um conselho: não exagere no uso deles, podem ser viciantes! Tudo que é demais acaba fazendo mal.

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Para quem quer mais informações

Quem deseja acompanhar as novidades dessa revolução tecnológica o portal Tecmundo tem uma editoria especial que trata da Internet das Coisas. Além disso, existem alguns livros que aprofundam o assunto. Minhas recomendações são:

– Internet das Coisas – Introdução básica do autor Pedro Coelho (mais explicativo do conceito, evolução e tendências)

– Tecnologias Emergentes de Cezar Taurion (mais voltado para quem quer utilizar essa revolução tecnológica como um diferencial competitivo para o seu negócio)

Fonte: Coworking Brasil por Quintela Precci